Diários

Compartilhar


Diário Ten. Flynn - XVIII

Sobrevivente: Richard Flynn escreveu em 31/12/2012

Estou sentado agora em um lugar que achei que nunca mais sentaria, no lugar onde me sinto mais seguro, em um Helicóptero, mais especificadamente um Eurocopter EC 725 Super Cougar, apesar de não ser um modelo novo, ele vai dar para o gasto, preparei tudo que pude trazer comigo (nada de carne é logico), e vou ir buscar Monica e a menina.  Estive pensando em trazê-las para este lugar e dar um descanso para as meninas, mas tenho medo que mais uma decolagem faça o combustível acabar antes de chegar até uma próxima base militar ou heliporto.

Agora vou decolar, pretendo chegar até o local onde elas estão em minutos, peguei uma escada de corda para que elas subam até o topo do prédio, e um agradinho para a menina, uma deliciosa barra de chocolate, digo deliciosa por já ter comido umas cinco.

Olhando para o painel do helicóptero descobri que hoje é 31/12/2012, então vou tira-las deste inferno, tenho que leva-las até a próxima base, espero que o marido de Monica tenha sobrevivido, em poucas horas espero puder dar um feliz ano novo para ela, para a menina e logo depois ligar para minha pequena Annie e dar um feliz natal , feliz ano novo e poder dizer que logo papai vai estar em casa... Mas já estou demorando demais para partir, vou me apressar.

Echo-Charlie Sete-Dois-Cinco Super Cougar decolando para a missão Feliz Ano Novo, Cambio e Desligo!

Deixe o seu comentario


Douglas Luis de Quadros

Autor: Douglas Luis de Quadros em 17/07/2014

"Criatividade é algo que nasce conosco e leva-nos a loucura se não colocarmos para fora!"


Compartilhar


Diário Ten. Flynn - XVII

Sobrevivente: Richard Flynn escreveu em 31/12/2012

Depois de matar o ultimo, fiz um curativo improvisado rapidamente para não continuar o sangramento e depois procurei por armas nos corpos, sabia que não deveria utiliza-las mas mesmo assim em ultimo caso teria com o que me defender.

Encontrei uma pistola Glock G17, era o suficiente.

Sai pela porta e espiei, o grito do homem aparentemente não foi escutado pelos demais foi o que pensei, pois nenhuma das outras 4 portas estava aberta. Naquele momento lembrava-me pouco da planta do local, lembrava apenas que era um prédio de uns 10 andares, e estávamos no 3º, o “açougue” estava no térreo perto da escada.  Ao sair para o corredor fui até as portas e uma a uma escutei para ver se conseguia ouvir algum ruído, por um longo período fiquei ali parado, até constatar que estava tudo silencioso. Não vou descrever passo a passo do que fiz para verificar os apartamentos, vou resumir um pouco. Todos estavam vazios e então entendi mais ou menos a divisão, o apartamento onde fui mantido era uma área comum, outro era uma espécie de dispensa e os outros sete apartamentos eram as “casas” que eles escolheram. Acredito que eles escolheram esse prédio por ter um heliporto em cima, pois tem espaço de sobra, eram apenas aqueles seis no prédio todo para a minha sorte.

Depois de fazer uma verificação geral, que levou um bom tempo, cheguei a conclusão que eu estava seguro e o resto já esta aqui. Agora vou me preparar para ir buscar a Monica e a menina, tira-las deste inferno.

Deixe o seu comentario


Douglas Luis de Quadros

Autor: Douglas Luis de Quadros em 10/07/2014

"Criatividade é algo que nasce conosco e leva-nos a loucura se não colocarmos para fora!"


Compartilhar


Diário de Adam Wright - IX

Sobrevivente: Adam Wright escreveu em 28/12/2012

O senhor que eu encontrara naquele túnel que se apresenta como Randy, me acompanha até uma porta branca dupla com uma placa um pouco acima na parede escrito “EXIT” em vermelho. Ele se aproxima da porta, aperta um botão ao lado de um comunicador e ouço um barulho distinto, uma campainha relativamente alta considerando a situação atual, até que a porta se abre.

 No caminho desde o túnel até a porta e depois até uma sala designada somente a funcionários que se assemelhava a uma cozinha, ele me explica o que acontecera depois da infecção, que em apenas algumas horas a cidade inteira tinha sido tomada pelos zumbis apesar de ninguém saber como ou aonde ela começou. Ele também me diz que a infecção na prisão começou de dentro, não sabia se era de algum dos prisioneiros ou se alguém que trabalhava ali tinha sido infectado, mas assim que todos começaram a se transformar, ele e o resto dos guardas que sobreviveram passaram pela ponte para a área hospitalar e formaram uma barricada que impediria a passagem futura de qualquer um da prisão.

Infelizmente eles acabaram perdendo muitos dos funcionários do hospital porque antes do túnel ser bloqueado alguns dos guardas que tinham sido mordidos correram para o hospital para requisitar atendimento médico, os poucos enfermeiros e médicos que sobraram foram os que se esconderam até que Randy e os outros chegassem. Depois de limpar os zumbis, alguns guardas foram para as torres manter a vigilância do portão principal e outros para as ruas, marcando placas, prédios e ruas principais sinalizando que a prisão seria um lugar seguro para se refugiar.

Deixe o seu comentario


Colaborador Perdido

Infelizmente o colaborador Hextor foi pego por uma horda e seus trabalhos vão ser descontinuados!


Compartilhar


Querido Papai - V

Sobrevivente: Sara Roccher escreveu em 09/01/2013

Querido papai, mais uma vez estou escrevendo e sei que o senhor não vai me responder. Estou muito triste, pois mamãe fica me prometendo sempre que você vai voltar a tempo e já passou bastante tempo desde que você foi para ai ajudar outras pessoas.

Estamos com bastante medo, pois as pessoas estão estranhas. Depois do que aconteceu ontem com o menino, durante a noite escutamos vários tiros do outro lado do abrigo e muitos gritos. Só lembro tia Aline me abraçando muito forte e dizendo que iria ficar tudo bem, na verdade é só o que eles me falam que vai ficar tudo bem depois logo peguei no sono de novo.

Pela manhã ficamos dentro do quarto e meu primo Augusto foi buscar alguma coisa para nós comer. À tarde tia Alice me levou para tomar banho e dar uma volta na rua, mas logo voltamos para dentro do quarto.

Depois de um tempo começamos a nos divertir fazer brincadeiras de mimicas quando alguns homens chamaram tio Bernardo para conversar, não consegui escutar porque eles só sussurravam, mas não parecia ser alguma coisa boa, sou nova mais não estupida como diz minha tia. Quando ele voltou todos começaram a se olhar estranho e meu tio sussurrou também alguma coisa para a tia Aline que também sussurrou alguma coisa para mamãe e assim por diante. Eu e Augusto ficamos de fora porque somos as únicas crianças aqui. Augusto é mais velho do que eu, acho que ele tem doze anos, mas ainda é considerado criança. Estou brava porque não posso ficar sabendo de nada.

Beijo Sara.

Deixe o seu comentario


Ruti Goulart

Autor: Ruti Goulart em 29/06/2014

"Todos temos luz e trevas dentro de nós. O que nos define é o lado com o qual escolhemos agir."


Compartilhar


Querido Papai - IV

Sobrevivente: Sara Roccher escreveu em 08/01/2013

Querido papai, depois que saímos de nossa casa e fomos para outro lugar às coisas começaram a piorar. Mamãe disse que viemos para um abrigo ontem só existe pessoas boas, mas as pessoas boas estão começando a não ser mais tão boas assim.

Hoje pela parte da tarde eu, mamãe e tia Alice estávamos sentados nos bancos na rua, elas estavam conversando sobre como iria ser o mundo quando tudo isso acabar. Eu estava só observando as pessoas caminhando e queria brincar, mas parece que nenhuma criança gosta muito brincar de qualquer coisa, todos estão com muito medo.

Foi quando um homem que estava com uma arma começou a gritar com um menino, eu não consegui entender o que ele falava, mas ele estava apontando a arma para a cabeça do menino. Na mesma hora mamãe colocou a mão sobre minha cabeça e começou a dizer que estava tudo bem, que o homem só estava bravo que provavelmente era seu pai.

Quando mais uns homem que também estavam armados começaram a correr em direção desse outro homem que estava gritando, desculpa se você não esta entendendo, mas é que é difícil de explicar. De repente o menino começou a se tremer todo no chão e começou a cuspir sangue pela boca, nesse momento todo mundo saio correndo. Minha mãe me puxou pelo braço e saímos em direção ao nosso quarto, eu continuei olhando para ver o que iria acontecer e quando vi o menino havia pulado para cima de uma mulher e começou a morder seu braço. Foi quando comecei a escutar vários tiros. Entramos no quarto e esperamos a confusão passar, minha mãe estava chorando e tia Aline ficava tentando acalma-la.

Fiquei com bastante medo e não sei o que aconteceu. Acho que o menino estava infectado, coitado! Agora vou dormir pai, espero que o senhor volte logo. Me manda uma carta, quero saber como que você esta.

Beijo Sara.

Deixe o seu comentario


Ruti Goulart

Autor: Ruti Goulart em 26/06/2014

"Todos temos luz e trevas dentro de nós. O que nos define é o lado com o qual escolhemos agir."


Compartilhar


Querido Papai - III

Sobrevivente: Sara Roccher escreveu em 07/01/2013

Querido papai, estou começando a ficar com muito medo. As coisas aqui estão muito estranhas, as pessoas estão ficando loucas. Ontem eu vi um homem comendo um menino. Tio Bernardo fechou meus olhos na hora, mas mesmo assim consegui ver.

Hoje eles começaram a correr atrás da gente o tio Bernardo atirou neles. Isso não é errado? Eu sei que é matar pessoas! Eu não paro de pensar no homem comendo o menino e não consigo entender o porquê que ele fez aquilo!

Depois, mamãe me veio dizer que é porque eles estão doentes. Mas o que será essa doença? Que doença é essa que come pessoas? Estou com medo papai! Quando você volta?

Ah, quase me esqueci. Ontem antes de dormir mamãe e eu escolhemos o nome do meu irmãozinho que esta para nascer a qualquer momento. E mamãe me perguntou se ela escolhesse o seu nome eu não iria gostar. Eu disse que iria gostar sim, e assim não precisaríamos pensar muito em um nome bonito. Ela disse que era para ti homenagear, para lembrar sempre de você. Então o nome dele ficou Antônio Junior Roccher.

Ficou bonito né? Mais bonito do que o meu nome. Na escola meus coleguinhas me chamavam de Saracura do banhado. Nunca ti falei isso porque não queria que você brigasse com eles, quando você me perguntava o porquê de eu estar triste era por causa disso. Mas agora esta tudo bem, acho que eles estão doentes mesmo!

Estou com saudades pai, porque o senhor não me responde?

Beijo Sara.

Deixe o seu comentario


Ruti Goulart

Autor: Ruti Goulart em 22/06/2014

"Todos temos luz e trevas dentro de nós. O que nos define é o lado com o qual escolhemos agir."


Diários Finalizados


Você conhece a história do Dia Z?

Clique aqui e leia a versão completa da história!

Ajude-nos comprando aqui!
:-D

Assista o último vídeo

TragiTopSeven #04 - Baixistas Mais Virtuosos do Planeta