Diários

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Diário de PH Machado - II

Sobrevivente: Pedro Henrique Machado escreveu em 22/12/2012

Ferrou, a zona segura foi invadida, perdi muitos companheiros, e isto conseguiu me fazer pensar ainda mais em Rosana, felizmente consegui falar com ela ontem mais cedo e descobri que ela esta fora do país, isso me tranquilizou e me fez seguir em frente.

A horda invadiu pelos setores 4 e 2 e depois a confusão começou, era cada um por si, houveram muitas baixas, mais felizmente conseguimos salvar grande parte dos civis que estavam na zona segura, meus companheiros fizeram o seu trabalho e agora eu tenho que honrá-los, tenho que garantir a segurança dos civis que conseguimos salvar. Infelizmente acho que acabei seguindo um Capitão não muito agradável, estou neste momento junto com um Capitão do BOPE que acha que pode mandar em todos, ele executou muitos civis esta noite, com a desculpa de que estavam infectados, para mim ele mais parece um sádico. Apesar de que o tenente Oga mais parecia um idiota sem voz de comando e este tal de Capitão Rocha parece estar com tudo sobre controle, acredito que deixar de levar pessoas por causa de feridas é exagero, afinal, quantos não acabaram se machucando na correria.

 Agora estamos indo para a cidade de Porto Novo, onde esperamos ter uma área segura realmente segura.

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Douglas Luis de Quadros

Autor: Douglas Luis de Quadros em 05/04/2012

"Criatividade é algo que nasce conosco e leva-nos a loucura se não colocarmos para fora!"


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Diário de PH Machado - I

Sobrevivente: Pedro Henrique Machado escreveu em 21/12/2012

Meu nome é Pedro Henrique Machado e sou um soldado do exercito brasileiro. Entrar no exercito era um sonho para mim, até agora.

 Hoje acordei por volta de 18:00, graças aos gemidos infernais de uma Horda Trôpega, que é como meu batalhão chama os mortos que andam, eu fiz o turno noturno e poderia descansar até umas 22:00, mais infelizmente é impossível dormir com todo esse barulho, o pessoal aqui dentro também não para de se lamentar, invejo eles, pois estão em segurança e eu estou aqui fora, esperando o pior acontecer.

Todos no meu batalhão ganharam este diário, é a primeira vez que escrevo nele, me disseram que era para aliviar o estreasse, até agora não noto diferença alguma.

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Douglas Luis de Quadros

Autor: Douglas Luis de Quadros em 05/04/2012

"Criatividade é algo que nasce conosco e leva-nos a loucura se não colocarmos para fora!"


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Mais um dia

Sobrevivente: Manuella Vivian escreveu em 04/02/2013

Já está mais claro agora, vou continuar a escrever.

 

Quando chegamos, Carlos colocou toda a gasolina de todos os carros em um Opala, muito Xiquetoso por sinal.  Decidimos ir dar mais uma olhada na casa. Descobrimos que aqui tem água.  Tomei um banho, e percebi que tínhamos nos esquecido dos zumbis que estavam no celeiro. Fiquei desesperada. Drika saberia voltar pra casa, mas com certeza eles conseguiriam pega-la, já que não é uma égua violenta com “humanos”. Assim que sai, fui la fora ver se Drika ainda estava viva, Carlos havia cochilado no sofá da casa.  Na hora em que eu saí, um daqueles mortos estava chegando pela estrada. Provavelmente havia seguido o barulho do galope da Drika. Decidi mata-lo sozinha.

 

Peguei a arma de Carlos, estava em cima da mesa de centro da sala, e peguei munição (bala de chumbinho). Mantive uma certa distancia do morto e atirei. A bala nem chegou perto de acerta o morto. Recarreguei e atirei novamente. Acertei o ombro do zumbi, que fez com que ele desse meio giro em torno de si mesmo, mas ele  continuava avançando.  Senti uma presença atrás e mim, quase deu um grito, mas Carlos apenas pegou na minha mão e disse:

 

“Mire na cabeça, veja pra qual lado está o movimento dos cabelos. Arrede um pouco pra direção oposta e... Pa!”

 

No meio da testa. A bala não entrou fundo. Mas já fez ele recuar e cair para traz. Carlos disse pra eu ir até ele e terminar o trabalho. Quando cheguei perto, o morto parecia uma tartaruga de barriga pra cima. Coloquei a ponta da faca que estava presa ao cano na arma no buraco que escorria uma gosma marrom na testa dele. E finalmente completei o serviço. Foi tipo muito nojento. Carlos disse que havia me saído bem, mas que também deveria ter chamado ele.  Comentei com ele sobre a minha preocupação com os zumbis presos no celeiro. Ele teve a ideia de treinarmos matando eles.

 

Ele me mandou montar na Drika. Me explicou que havia uma cerca atrás do celeiro que os mantinha num circulo. Eu deveria ir por um lado, enquanto ele iria pelo outro, para tirar a atenção deles de mim.  Disse que era por volta de 12 zumbis, pois enquanto eu estava no banho ele decidiu se distrair matando alguns deles.

 

Nisso já devia ser quase duas horas da tarde. Depois de matar uns 4 zumbis, eu me cansei, tava difícil. Tinha que dar mais de um tiro na cabeça pra ele morrer. Depois ele veio me ensinar algumas técnicas de defesa, caso algum zumbi chegasse perto de mais. Quando percebemos já estava escurecendo, seria muito perigoso  voltar pra casa. Hoje continuaremos a matar os zumbis, pegaremos o máximo de água que pudermos colocaremos tudo no Opala e voltaremos para casa. Eu não posso passar mais uma noite aqui, preciso ver como que Aninha esta. Drika precisa descansar, já que fiquei montada nela por um bom tempo, coisa que ela não esta acostumada. Bem, vou acabar o que tenho que acabar por aqui e finalmente voltaremos pra casa.

 

Até mais diário!!!

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Colaborador Perdido

Infelizmente o colaborador Tats foi pego por uma horda e seus trabalhos vão ser descontinuados!


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