Diários

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Diário Ten. Flynn - XIX - Final

Sobrevivente: Richard Flynn escreveu em 01/01/2013

Enquanto descia as escadas, notei que havia muito sangue para estar vazio, mas, até então um AK-47 e um pouco de sorte, tinha sido o suficiente para garantir a nossa sobrevivência, então continuei minha descida, e foi quando cheguei no 7º andar acho vi o estrago, o corredor estava lotado de infectados, todos andando calmamente em minha direção, afinal o idiota aqui chamou a atenção do prédio inteiro quando atirou na porta da escadaria. Mas até então sempre foram muito previsíveis, afinal o barulho característico os entrega fácil, porem, desta vez eram mais silenciosos que cobras, e assim que me viram correram mais rápido do que jamais vi!

Não sei se estão evoluindo, ou talvez o clima do local tenha conservado melhor os corpos, sinceramente não faço ideia do que aconteceu, só sei que nos fudemos. Consegui entrar em um apartamento, porem não sei quanto tempo à porta vai ficar em pé, por isso tive uma ideia genial, vou abri-la correr até a sacada e matar a maior quantidade possível antes que eles me devorem. Grande ideia não? Mas com isso Monica e a pequenina talvez tenham uma chance de sair deste inferno, afinal elas vão estar no armário que fica do lado da porta de saída, assim que todos os monstros entrarem, avisei da forma que pude que é pra ela sair sem olhar para trás e tentar sair deste inferno. Pedi para ela levar este diário e entregar para alguém que consiga lê-lo, acredito que ela tenha entendido, minha mimica tem funcionado melhor do que quando jogava Imagem e Ação.

Se você ler isso entregue para quem esta cuidando da minha pequena Annie e peça para que ela fique com ele assim que tiver maturidade para o mesmo. Mas vou deixar uma pequena carta na próxima página que deve ser entregue antes, assim que você a encontrar.

 

Obrigado e Adeus!

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Douglas Luis de Quadros

Autor: Douglas Luis de Quadros em 18/09/2014

"Criatividade é algo que nasce conosco e leva-nos a loucura se não colocarmos para fora!"


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Diário Ten. Flynn - XIX - Parte 2

Sobrevivente: Richard Flynn escreveu em 01/01/2013

Ao decolar, notei que a cidade de Sombrio estava realmente na merda, acho que da outra vez não notei pelo fato de estar muito mais no alto e então não me chamou tanto a atenção, mas agora vejo o nível da merda. Isso me fez pensar em que a chance de eles terem mantido a infecção em Sombrio é mínima, é muito provável que já seja uma escala nacional ou pior, mas é melhor nem pensar nisso. 

Voei o máximo que pude com o combustível que tinha e consegui chegar a uma cidade chamada Curitiba, um cidade de médio porte, logo com menos infectados pensei! Pousei no maior prédio que encontrei, Monica neste momento estava completamente animada, talvez não tivesse noção da condição onde nos encontrávamos e a menina, estava muito assustada, provavelmente foi à primeira vez que voou de helicóptero. Monica a abraçou, enquanto eu pegava munição e um rifle Ak-47, abri a porta da escadaria do prédio com um disparo na maçaneta e fui descendo as escadarias calmamente para...

 

Droga não vai dar tempo de contar a historia toda, vou ter que começar a pular algumas partes ou resumi-las!

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Douglas Luis de Quadros

Autor: Douglas Luis de Quadros em 28/08/2014

"Criatividade é algo que nasce conosco e leva-nos a loucura se não colocarmos para fora!"


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Diário Ten. Flynn - XIX - Parte 1

Sobrevivente: Richard Flynn escreveu em 01/01/2013

Estes são meus momentos finais, nem acredito que sobrevivemos tanto tempo. Novamente eu estou me adiantando, vou escrever agora o que aconteceu no ultimo dia de forma rápida pois não tenho muito tempo.

 

31/12/2012

Busquei Monica e a menina, quando cheguei ao local, o barulho do Helicóptero atraiu muitos infectados e isso dificultou muito a minha entrada na loja de móveis, Monica estava escondida provavelmente achou que fosse alguém tentando fazer mal a ela, mas consegui encontra-la embaixo de um balcão de madeira, no momento que me aproximei ela apontou meu fuzil e gritou alguma coisa, mas no momento que ela me viu, automaticamente me abraçou e falou mais alguma coisa de forma explosivamente feliz e chorando ao mesmo tempo, apesar de ter ficado feliz por ver que ela me esperava não tínhamos tempo a perder, apontei para a saída da frente onde toquei a corda; desci pulado do prédio, mais precisamente utilizando uma técnica de descida chamada triangulo, mas não sei o porque de falar isso. Abri a frente da loja, afinal de contas a maioria dos infectados estava na porta por onde entrei. Rapidamente amarrei a parte de baixo da corda em uma grade para que ela ficasse mais firme, e ajudei Monica a subir enquanto a menina ficava agarrada em minhas pernas, com um pouco de dificuldade Monica subiu e logo levantei a menina e Monica conseguiu pega-la. Neste momento um 15 infectados me cercavam, não tinha muito que fazer, trouxe apenas uma AK-74 para resgata-las e descarreguei quase todo meu magazine para puder entrar no prédio, então joguei uma pistola Glock G17 para Monica e apontei para os infectados, notei a cara de desespero dela, mas consegui a subir acreditando que ela teria coragem e um mínimo de pontaria para me dar tempo suficiente de subir no prédio.  Felizmente minhas suspeitas estavam corretas, consegui subir e logo notei que apesar de ser muito mais rápido e teoricamente seguro, o helicóptero seria inviável, para onde quer que eu fosse, traria comigo sempre uma horda de infectados, porque em poucos minutos foi o que aconteceu, não era possível ver o asfalto de tantas cabeças que estavam lá em baixo...

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Douglas Luis de Quadros

Autor: Douglas Luis de Quadros em 21/08/2014

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Diário Ten. Flynn - XVIII

Sobrevivente: Richard Flynn escreveu em 31/12/2012

Estou sentado agora em um lugar que achei que nunca mais sentaria, no lugar onde me sinto mais seguro, em um Helicóptero, mais especificadamente um Eurocopter EC 725 Super Cougar, apesar de não ser um modelo novo, ele vai dar para o gasto, preparei tudo que pude trazer comigo (nada de carne é logico), e vou ir buscar Monica e a menina.  Estive pensando em trazê-las para este lugar e dar um descanso para as meninas, mas tenho medo que mais uma decolagem faça o combustível acabar antes de chegar até uma próxima base militar ou heliporto.

Agora vou decolar, pretendo chegar até o local onde elas estão em minutos, peguei uma escada de corda para que elas subam até o topo do prédio, e um agradinho para a menina, uma deliciosa barra de chocolate, digo deliciosa por já ter comido umas cinco.

Olhando para o painel do helicóptero descobri que hoje é 31/12/2012, então vou tira-las deste inferno, tenho que leva-las até a próxima base, espero que o marido de Monica tenha sobrevivido, em poucas horas espero puder dar um feliz ano novo para ela, para a menina e logo depois ligar para minha pequena Annie e dar um feliz natal , feliz ano novo e poder dizer que logo papai vai estar em casa... Mas já estou demorando demais para partir, vou me apressar.

Echo-Charlie Sete-Dois-Cinco Super Cougar decolando para a missão Feliz Ano Novo, Cambio e Desligo!

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Douglas Luis de Quadros

Autor: Douglas Luis de Quadros em 17/07/2014

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Diário Ten. Flynn - XVII

Sobrevivente: Richard Flynn escreveu em 31/12/2012

Depois de matar o ultimo, fiz um curativo improvisado rapidamente para não continuar o sangramento e depois procurei por armas nos corpos, sabia que não deveria utiliza-las mas mesmo assim em ultimo caso teria com o que me defender.

Encontrei uma pistola Glock G17, era o suficiente.

Sai pela porta e espiei, o grito do homem aparentemente não foi escutado pelos demais foi o que pensei, pois nenhuma das outras 4 portas estava aberta. Naquele momento lembrava-me pouco da planta do local, lembrava apenas que era um prédio de uns 10 andares, e estávamos no 3º, o “açougue” estava no térreo perto da escada.  Ao sair para o corredor fui até as portas e uma a uma escutei para ver se conseguia ouvir algum ruído, por um longo período fiquei ali parado, até constatar que estava tudo silencioso. Não vou descrever passo a passo do que fiz para verificar os apartamentos, vou resumir um pouco. Todos estavam vazios e então entendi mais ou menos a divisão, o apartamento onde fui mantido era uma área comum, outro era uma espécie de dispensa e os outros sete apartamentos eram as “casas” que eles escolheram. Acredito que eles escolheram esse prédio por ter um heliporto em cima, pois tem espaço de sobra, eram apenas aqueles seis no prédio todo para a minha sorte.

Depois de fazer uma verificação geral, que levou um bom tempo, cheguei a conclusão que eu estava seguro e o resto já esta aqui. Agora vou me preparar para ir buscar a Monica e a menina, tira-las deste inferno.

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Douglas Luis de Quadros

Autor: Douglas Luis de Quadros em 10/07/2014

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Diário Ten. Flynn - XVI

Sobrevivente: Richard Flynn escreveu em 31/12/2012

Curativo trocado, banho tomado e já esta escurecendo, passarei esta noite aqui, mas amanhã cedo colocarei tudo que puder no helicóptero e sairei deste local, pelo menos provisoriamente, vou levar alguns chocolates e salgadinhos para a garotinha, duvido não tirar um sorriso daquele rostinho com uma bela barra de chocolate.  Mas agora vou terminar essa historia.

30/12/2013 – Logo o companheiro de Lucas parou de se contorcer, peguei a faca que estava na sua cinta e terminei com o sofrimento de Lucas, afinal sou um sobrevivente não um sádico. Tirei os dois corpos da entrada da porta, coloquei Lucas sentado na frente de onde eu estava e o outro no lugar onde eu fui amarrado e me posicionei atrás da porta era um sala escura, se o outro entrasse com pressa nem ia notar. E foi exatamente o que aconteceu, quando ele entrou trazendo o mapa, dei um mata leão nele e em segundos ele estava no chão também. Peguei o mapa e me dirigi rumo a porta com faca em punho. Abri calmamente, coloquei a cabeça para fora e espiei, nada... a porta dava de frente com outra porta e ficava em um corredor com saída para os dois lados, e no da esquerda vinha claridade e vozes, foi pra onde eu fui... me escorei no canto do corredor e espiei, tinha um sofá de três lugares e nele três cabeças, duas carecas e um loiro. Fui até o outro lado, dava em uma cozinha, essa cozinha era conjunta com a sala, separada apenas por um balcão de concreto, me esgueirei para trás do balcão e procurei outra faca, encontrei um cutelo muito bem afiado e então voltei! Fui até o outro lado do corredor, me abaixei e fui bem lentamente para trás do sofá onde eles estavam entretidos e rapidamente levantei-me com a faca na mão esquerda e o cutelo na direita, enfiei a faca no pescoço do que estava na ponta direita e depois coloquei toda minha força para cravar o cutelo no crânio do que estava no centro do sofá. No susto o que estava na outra ponta deu um berro e levantou-se, olhou na minha direção e tentou correr só que neste tempo eu saltei em cima dele com a faca em punho, e esse foi o meu sexto e ultimo erro até o momento pelo menos. Ao cravar a faca nas suas costas ele caiu principalmente pelo fato de eu estar pendurado na faca, o problema é que não vi que tinha mais um no banheiro, eu deveria ter aguardado um pouco mais. Ele correu com tudo em minha direção e eu tirei a faca e fui me levantar, neste momento ele me chutou eu cai e ele tentou cravar a faca no meu peito, neste momento eu rolei para a esquerda, mas não rápido o suficiente, a faca acertou o meu braço direito, foi um ferimento superficial, porem bastante dolorido. Não demonstrei dor, e revidei com um chute nas partes baixas do individuo que já tentava novamente me atacar, neste momento ele caiu, eu me levantei e vi que o que eu saltei nas costas estava tentando levantar-se, então rapidamente peguei a faca, cortei a garganta deste e depois fui para o Ovos mexidos, que ainda contorcia-se de dor, apesar de não compreender o idioma, notei que ele estava implorando por sua vida, mas se aprendi alguma coisa no Iraque é que não devemos confiar em Brasileiros. Cortei a garganta dele também.         

Vou desenhar aqui em baixo o apartamento para ter registrado.  

Apartamento

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Douglas Luis de Quadros

Autor: Douglas Luis de Quadros em 05/06/2014

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